quarta-feira, 13 de julho de 2011

Com as Agentes Comunitárias de Saúde e Agentes de Endemias

Propomos a construção e aplicação do PCCS dos ACS e AE, respeitando o regime jurídico da CLT, seguindo as mesmas diretrizes do novo PCCS do Civil com o piso de R$730,00. Com o complemento da extensão de jornada, adicionando 33,33%, chegando a uma remuneração de R$973,31, remuneração maior do que o piso nacional.

Novos apoios a cada dia

O imprescindível apoio das companheiras da Creche Bem-Te-Vi, na foto a diretora Aucy. Valeu!

segunda-feira, 11 de julho de 2011

O que propomos para o PCCS do Civil

Defendemos a implementação do PCCS do Civil construído pela categoria, em etapas, emergencialmente a reestruturação de toda a tabela do quadro Civil de forma proporcional até o último nível, passando do piso de R$536,16 para um piso de R$730,00 reais para 30 horas.
Com a aplicação do novo PCCS do Civil vários segmentos de nossa categoria serão beneficiados, pois a maioria dos trabalhadores do quadro Civil recebe um vencimento baixo, dependendo muitas vezes de gratificações para melhorar sua remuneração. Sabemos que as gratificações podem ser cortadas e muitas delas não são levadas pra aposentadoria.
Por isso, propomos a incorporação de todas as gratificações, triênio e quinquênio, garantindo um vencimento igual à remuneração, garantindo o pagamento de qualquer tipo de vantagem pecuniária sobre toda a remuneração que o trabalhador recebe (dedicação exclusiva, horas-extras, e aposentadoria sobre toda a remuneração).
Além disso, o novo PCCS deve prever progressão de 4% por tempo de serviço a cada 2 anos e progressão por cursos de 2% a cada 50 horas de curso apresentados. Deve também prever a mudança de nível por formação superior à exigida na admissão do servidor, em seis níveis: ensino fundamental, ensino médio, graduação, especialização, mestrado e doutorado, com diferenças de 30% entre o fundamental e médio, 30% entre o médio e graduação, 20% entre graduação e especialização, 40% entre graduação e mestrado e 60% entre graduação e doutorado.
A aplicação do novo PCCS deve acontecer em duas etapas:
1ª – enquadramento: incorporação das gratificações, triênios e quinquênios ao vencimento. Esse novo vencimento deverá ser localizado na tabela do novo PCCS na horizontal (contando o tempo de serviço do trabalhador no momento da aplicação do plano) e na vertical, até chegar ao salário imediatamente superior ao valor do seu novo vencimento.
2ª – reenquadramento: a direção do sindicato deverá dialogar com todos os segmentos do Civil pra definição dos novos pisos salariais e sua imediata aplicação no novo plano.
Na prática, os trabalhadores melhorarão imediatamente seu vencimento e passarão a contar com uma progressão funcional por tempo de serviço e por formação, possibilitando ao mesmo investir em sua carreira visando o melhor atendimento à população.
Vamos à luta!

sexta-feira, 8 de julho de 2011

Caros companheiros(as)

Não sei se por má intenção, algumas pessoas começaram a  divulgar na categoria que se a CHAPA 2 ganhar não ficarei no sindicato, que renunciarei a minha responsabilidade.
Estou indignada, pois quem me conhece sabe do meu profundo comprometimento com os trabalhadores da PMF e da Comcap. Minha história foi forjada na luta sem trégua em defesa dos direitos e pelas reivindicações, anos após ano, governo após governo (Angela Amin, Dário).
Durante 10 anos estive na diretoria do Sintrasem.  Afastei-me em 2006 pela necessidade de cuidar da saúde, e me preparar ainda mais para as batalhas que tínhamos pela frente. Minha decisão, na época, foi recebida com compreensão e respeito pela grande maioria dos companheiros(as).
É a eles (as) que digo agora que estou preparada para voltar, com mais energia e mais conhecimento para ajudar na nossa luta. Com a vitória da CHAPA 2, nos próximos três anos estarei à frente do sindicato, tendo o desafio de reconstruir a unidade fundamental para a categoria voltar a ter aquela força que fez história em Florianópolis.
Companheiros (as), infelizmente em período de eleições, às vezes, se sofre ataques deste tipo  que em nada constroem no processo democrático. Por isso, vamos continuar apresentando nossas propostas nos locais de trabalho, e estancar as tentativas de enfraquecimento da nossa campanha.
Ro Soldatelli

quarta-feira, 6 de julho de 2011

Como está nossa campanha

A campanha está ótima, bem recebida nos locais de trabalho.
Percebe-se concretamente a falta da direção nos locais de trabalho, nos recreios, nas paradas pedagógicas, nas reuniões nos postos, etc.
Estamos com muitos companheiros novos, não sindicalizados, que não conhecem as lutas desta categoria.
Outra discussão muito boa feita nas unidades, em especial nas da educação infantil, é sobre as paralisações setoriais.
A maioria tem acordo, que essa tática nos enfraquece, e enfraquece o próprio segmento.
Podemos e devemos mudar essa situação! Força na campanha da CHAPA 2!
Ro Soldatelli

terça-feira, 5 de julho de 2011

Propostas para defesa da saúde do trabalhador

Nas últimas décadas os serviços públicos com o aprofundamento das políticas neoliberais. Políticas de rebaixamento dos salários, retirada e não atendimento de direitos, ataques à previdência, terceirizações, concursos públicos não proporcionais (condizentes) ao aumento da população, fazem parte de nosso dia-a-dia. Soma-se a isso uma quantidade cada vez maior de tarefas, responsabilidades, cobranças de metas, sem em contrapartida serem oferecidas as condições reais de trabalho para que sejam cumpridas. A soma de todas estas questões está resultando em um número cada vez maior de atestados médicos, faltas ao trabalho, pedidos de demissão, readaptações, licenças sem vencimento e um descontentamento geral nos locais de trabalho. Na medida em que mais investimentos forem feitos nas condições de trabalho, teremos menos adoecimentos, por consequência menos readaptados, que hoje acabam sendo explorados em funções não condizentes com seu salário.

Plano de ação: Desenvolver uma campanha em defesa da saúde e segurança dos trabalhadores da PMF e COMCAP que envolva a elaboração de um dossiê sobre a saúde dos servidores públicos municipais, levantamento das questões relacionadas à insegurança nos locais de trabalho, materiais de divulgação (cartazes, folders, etc.), constituição de grupos de discussão por setor para pensar políticas de saúde e segurança do trabalhador. O resgate do projeto Vida Viva pode constituir uma importante ferramenta nesta ação. Destaca-se também que uma política verdadeira de saúde do trabalhador deve contemplar os quatro eixos de intervenção (promoção da saúde, prevenção do adoecimento, assistência e readaptação).
Trabalhadores readaptados – a CHAPA 2 entende o trabalhador readaptado, como aquele que provisoriamente ou não, não está em condições de exercer sua função. Entendemos também que esta situação, na maioria das vezes, é consequência do trabalho. Portanto, defendemos que estes trabalhadores não tenham qualquer perda de direitos. Eles devem manter na readaptação a mesma carga horária e a mesma remuneração e se for o caso de não voltarem para a função, devem ter os mesmos direitos a aposentadoria.

sexta-feira, 1 de julho de 2011

Crescem os apoios de companheiros

Navalha (Comcap)- Apóio a CHAPA 2 porque conheço a força destes companheiros quando se trata de defender os direitos e lutar pelas reivindicações da categoria.

Mateus G. Mendes ( PS Rio Vermelho)- Todo o meu apoio à CHAPA 2 porque tenho certeza que com esse grupo vamos fortalecer o Sintrasem e avançar nas conquistas.